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ClinisetCentral de Ajuda

Guias de convênio (TISS)

As guias TISS são os formulários padronizados pela ANS que os convênios exigem. O Cliniset emite as três no formulário oficial vigente:

  • SP/SADT — exames, terapias e pequenos procedimentos;
  • Guia de Consulta — consulta eletiva “pura” (sem procedimento junto);
  • Solicitação de Internação — pedido de internação ou cirurgia num hospital.

Tudo fica em Prontuário → Impressos, nas sub-abas Solicitações de Exame (com o seletor SP/SADT | Consulta) e Internação/Cirurgia.

A guia imprime o que estiver cadastrado — confira estes 4 pontos:

Onde O quê
Configurações → Clínica CNES da clínica (sem ele a guia imprime 9999999)
Configurações → Usuários Conselho (tipo, número, UF) e CBO de cada profissional
Procedimentos → Convênios Registro ANS e código do prestador na operadora
Cadastro do paciente Carteirinha do convênio (número e validade) e, se a pessoa pedir, o nome social

O formulário é preenchido em 3 passos — a mesma ordem de todos os laudos e guias da aba. A barra no topo mostra onde você está, fica verde no que já está completo e dá pra clicar em qualquer passo pra ir direto nele:

  1. Prontuário → Impressos → Solicitações de Exame → aba Convênio.
  2. Passo 1 — Procedimentos: confirme o convênio (vem sugerido: o último usado pelo paciente ou o principal da carteirinha) — é ele que define a tabela da busca e os modelos. Clique em Escolher modelo (grupo) no topo pra carregar os procedimentos de uma vez, busque por código ou nome, ou use Carregar do atendimento, que puxa os procedimentos e a autorização digitados no agendamento. Ajuste a quantidade de cada linha.
  3. Passo 2 — Diagnóstico e justificativa: o CID principal e a indicação clínica (ou gere a partir da consulta, quando a IA estiver ativa).
  4. Passo 3 — Dados e emissão: o profissional solicitante (é ele que sai na guia, com o conselho dele — não quem está digitando), data, regime e, se o convênio já autorizou, o bloco de autorização (número, data, senha e validade). O tipo de atendimento (Exame, Consulta, Terapias…) e o caráter ficam no cabeçalho, sempre visíveis.
  5. Emitir e imprimir (na barra de navegação ou no painel à direita). O botão fica sempre liberado — nada trava a emissão. O sistema confere a guia antes (veja abaixo) e guarda um PDF de tudo que foi emitido.

Guia de Consulta: mesmo caminho, seletor Consulta — 2 passos (Procedimento → Dados e emissão), também com o botão de modelo no topo; a guia leva um procedimento só, então um modelo com vários usa o primeiro e avisa. Internação: sub-aba Internação/Cirurgia, nos mesmos 3 passos (procedimentos → CIDs e indicação → dados da internação, com hospital solicitado, diárias e OPME).

Nas guias de convênio, convênio, profissional e procedimentos são sugeridos, não obrigatórios. Você pode emitir e imprimir a guia com o que quiser em branco — o campo sai vazio no papel e o profissional completa à mão na hora.

O painel à direita se chama Sugeridos: ele apenas lembra o que ainda está em branco (3 em branco, Completo), sem impedir nada. Nos campos, o (sugerido) substituiu o antigo asterisco vermelho.

Serve pra: levar um bloco de guias já com o cabeçalho do paciente pro consultório, atender fora do sistema, ou emitir na correria e completar depois.

Quando você já escolheu um convênio, o sistema confere a guia ao emitir e avisa (deixando emitir mesmo assim) se: falta carteirinha do paciente, a carteirinha está vencida, falta Registro ANS no convênio, falta CNES na clínica, o profissional está sem conselho/CBO completos, ou falta indicação clínica quando ela é obrigatória.

Cada aviso diz onde cadastrar o que falta. Sem convênio escolhido (guia em branco) a conferência nem aparece — a guia sai direto.

🏛️ Convênio com formulário próprio (IPSEMG)

Seção intitulada “🏛️ Convênio com formulário próprio (IPSEMG)”

Alguns convênios não aceitam a guia TISS de internação e exigem formulário próprio. Pra isso existe o Modelo de guia de internação no cadastro do convênio (Procedimentos → Convênios → editar):

  • Padrão TISS (ANS) — o normal, vale pra quase todos.
  • IPSEMG — RS 680 — emite a “Solicitação de Autorização para Internação, Novo Pacote e Tratamento Contínuo” no modelo oficial do instituto.

Com o convênio configurado como IPSEMG, o pedido de internação ganha o campo Tipo de solicitação (internação inicial, novo pacote ou tratamento contínuo) e a impressão sai no RS 680 — com matrícula do prestador, matrícula do beneficiário (a carteirinha), município de origem, quadro clínico e médico solicitante já preenchidos.

O papel é o formulário oficial, célula por célula

Seção intitulada “O papel é o formulário oficial, célula por célula”

O IPSEMG recusa guia “fora do padrão”, então o RS 680 impresso pelo Cliniset é uma cópia exata do formulário publicado pelo instituto (revisão de 23/02/18): a mesma grade, as mesmas larguras e alturas, as mesmas faixas cinza, os mesmos textos e a marca iiipsemg no cabeçalho — o logo cadastrado no convênio não entra nessa guia, porque o logo faz parte do formulário. Os dados são escritos nas casas em branco, como numa máquina de escrever: a data nas casas __/__/____, um X nas casas de marcar, o valor logo abaixo do rótulo.

  • O quadro Dados do Pacote tem 5 linhas: pedido com mais de 5 procedimentos sai em mais de uma folha (o formulário avisa quantas antes de emitir).
  • Justificativa longa e descrições compridas encolhem pra caber na casa — nada transborda pra outra linha nem pra uma 2ª folha.
  • Quer conferir? Ponha o impresso sobre um RS 680 em branco do IPSEMG: as linhas coincidem.

No passo 3 (Dados e emissão), abaixo dos dados da internação, aparece o bloco Materiais e pacote anterior. Ali você digita, linha a linha, código, descrição e quantidade:

  • Materiais do pacote solicitado — até 6 linhas, que é o que o quadro do formulário comporta.
  • Pacote anterior — até 3 linhas; use quando a solicitação é de novo pacote ou tratamento contínuo.
  • Data de início da internação e data de início do pacote anterior.

O que você preencher sai impresso no quadro; o que sobrar continua saindo em branco, pautado, pra completar à caneta como sempre. Não precisa cadastrar material nenhum antes — é digitação livre.

No quadro de procedimentos, a coluna Tabela sai com o código do padrão da ANS — 22, que é a tabela de procedimentos e eventos em saúde. É esse número que a operadora espera ali, não o nome da tabela de preço que a clínica usa por dentro (CBHPM, AMB 92 e companhia). Guia com o nome escrito nessa coluna é recusada na conferência, antes mesmo de alguém olhar o procedimento.

Quando o código do procedimento não é do padrão da ANS — códigos internos da clínica, como LOCAL-299 — a coluna sai em branco, pra ser completada à mão. É de propósito: melhor um campo vazio, que você vê, do que um número inventado, que fatura errado calado.

Ao carregar um modelo (grupo), o Cliniset ajusta os códigos para a tabela do convênio escolhido e mostra o que mudou, exame por exame (“Espectografia vocal 40103404 → 40103408”). Confira essa mensagem: ela é a tradução do código do cadastro para o código do contrato daquele convênio.

Na emissão, o aviso aponta três situações que valem conferência:

Aviso O que significa
Procedimento com código do SUS numa guia de convênio Código SIGTAP (10 dígitos) numa guia de operadora. A operadora não reconhece e o procedimento também não entra no BPA — não fatura em lugar nenhum. Troque pelo código do contrato.
Esta guia mistura N tabelas Os procedimentos vieram de tabelas diferentes. Cada operadora cobra na tabela do contrato dela, e o número do mesmo exame muda de uma para a outra.
Os procedimentos estão na tabela X, mas o contrato é na Y O grupo foi montado com códigos de outra tabela. Confira antes de emitir.

Nenhum deles impede a emissão — a guia sai se você confirmar. Eles existem porque quem enxerga o contrato é você, não o sistema.

  • “Sai o nome errado no solicitante” — o solicitante é o profissional escolhido no formulário, nunca quem imprime. Escolha certo antes de emitir.
  • Campos da guia em branco — normal em três situações: blocos que a operadora preenche (autorização da internação, execução da SP/SADT) ficam vazios de propósito; o que faltar de cadastro sai em branco (o aviso da emissão aponta o que é); e o que você deixou em branco de propósito pra preencher à mão.
  • “Emiti a guia sem convênio e ela não aparece no lote TISS” — é assim mesmo. O lote XML busca por convênio; guia sem convênio é só papel. Se ela precisa ser faturada, emita outra com o convênio preenchido.
  • Rascunho de consulta não edita — a Guia de Consulta é curta: cancele e emita outra, ou duplique.
  • “A guia saiu com CBHPM/AMB 92 na coluna Tabela” — guias emitidas antes de 15/09/2026 levavam o nome da tabela interna nessa coluna, em vez do código 22 do padrão da ANS. Não precisa emitir de novo: no Histórico de Impressos, clique em Visualizar na guia e depois em Imprimir — a reimpressão já sai corrigida. O código do procedimento não muda na reimpressão; se ele estiver errado, é o caso de emitir outra guia.
  • “O IPSEMG recusou a guia como fora do padrão” — guias RS 680 emitidas antes de 13/09/2026 saíam num desenho aproximado do formulário. Não precisa emitir de novo: no Histórico de Impressos (Prontuário → Impressos), clique em Visualizar na guia e depois em Imprimir — a reimpressão já sai no formulário oficial.