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ClinisetCentral de Ajuda

Evolução e anamnese

A aba Evolução é o coração clínico do prontuário: cada atendimento gera um registro — anamnese, exame físico, hipóteses e conduta — que fica no histórico do paciente pra sempre.

Só profissionais (médico/fono) escrevem. A recepção não vê o conteúdo clínico.

  1. No prontuário → Evolução → Adicionar Novo Registro (o botão também fica no topo do Resumo, e há um + Nova na própria lista de registros).
  2. Escolha o modelo no painel que abre — veja o painel de registros logo abaixo. O registro abre ali mesmo, no painel da direita, onde ele vai ficar depois de salvo.
  3. Gravação da consulta (opcional): ligue a gravação e converse normalmente — a IA transcreve e resume ao final (como funciona). Um selo vermelho fixo mostra o microfone ligado, em qualquer tela.
  4. Escreva sem medo de perder nada: o rascunho se salva sozinho a cada digitação, neste navegador — não existe mais botão de “Salvar rascunho”. Quando terminar, “Salvar e finalizar” fecha o registro; a assinatura digital é o passo seguinte, pelo botão “Assinar digitalmente” que aparece no registro salvo.

O botão Adicionar Novo Registro abre um painel com tudo o que dá pra criar no prontuário: anamnese, exame, solicitação de exame, laudo, atestado, encaminhamento, evolução e declaração. Ele tem duas partes:

À esquerda, os tipos. Cada tipo de documento com a quantidade de modelos que existe dele. Clique num tipo pra ver só os modelos dele — é a resposta rápida pra “o que eu posso emitir aqui?”. Tipo sem nenhum modelo continua na lista, apagado.

À direita, a lista. Cada modelo mostra o nome e, embaixo, o começo do texto — é o que diferencia dois modelos de nome parecido sem precisar aplicar os dois. Quando o nome é repetido de verdade (existem vários assim, vindos do sistema antigo), aparece uma etiqueta com o tipo ao lado.

A prévia aparece ao passar o mouse. Pare em cima de um modelo (ou ande com as setas ↑↓) e o texto dele inteiro aparece num cartão ao lado do painel, sem cobrir a lista. Conferiu? Clique na linha (ou tecle Enter) pra usar.

No alto fica a busca: digite parte do nome ou uma palavra do conteúdo (sem se preocupar com acento ou maiúscula). Quando o modelo é encontrado pelo conteúdo, a linha mostra justamente o trecho onde a palavra aparece, com ela destacada em amarelo — assim dá pra entender por que aquele modelo está no resultado. “Registro em branco” fica sempre no topo, pra escrever livremente.

  • Favoritos: clique na estrelinha na frente do modelo. Cada pessoa da equipe tem os seus, e eles ficam no topo do painel.
  • Recentes: os últimos modelos que você usou aparecem sozinhos, sem precisar buscar de novo. Na prática é onde você vai clicar quase sempre.
Tecla O que faz
↑ ↓ anda pelos modelos
Enter usa o modelo em destaque
← → troca o tipo (com a busca vazia)
* favorita o modelo em destaque
Esc fecha

Passe o mouse na linha e clique no lápis — edita ali mesmo (nome, categoria e conteúdo), no mesmo editor de texto da evolução (negrito, listas, caixinhas), com aviso de confirmação: a alteração vale pro modelo em si, pra clínica inteira (registros já salvos não mudam). Os modelos vêm de Configurações → Modelos de Registro.

A barra do registro tem só o essencial, sempre visível — não precisa rolar até o fim pra salvar, mesmo em textos longos:

  • ← fechar · o nome do modelo (é o título do registro) · expandir;
  • Imprimir, Baixar PDF e Enviar por WhatsApp — os três mais usados, sempre à vista;
  • ✨ — o botãozinho de IA: clique e ele abre as opções (Revisar com IA, gerar a partir da consulta gravada, importar a transcrição e estruturar nos campos);
  • ⋯ — Aplicar/Trocar modelo;
  • Salvar e finalizar. Sem botão de rascunho: o texto se salva sozinho enquanto você digita.

Logo abaixo dela fica a barra do texto (negrito, itálico, sublinhado, marca-texto, títulos, listas, caixinhas e tabela). Ela gruda no topo e continua à vista enquanto você rola o documento — em evolução longa, formatar uma palavra lá embaixo não exige mais voltar ao começo. Vale igual na edição de um registro já salvo.

Os campos de Tipo, Queixa e CID saíram da tela: o tipo vem sozinho do modelo escolhido, e o título do registro é o nome do modelo — é ele que aparece na lista, na busca e no PDF. (Nos registros antigos, a queixa digitada continua valendo como título.)

Escreveu corrido, com abreviação e erro de digitação? Clique no ✨ e depois em Revisar com IA: a revisão organiza o texto em seções, corrige a ortografia e a gramática, e monta tabela quando os dados pedem (comparações OD/OE, medidas com valores).

  • A revisão não inventa, não resume e não diagnostica — números, doses, datas e as caixinhas ( ) / (X) são preservados.
  • O texto revisado entra direto no editor com um aviso amarelo: “Texto revisado pela IA — confira antes de salvar”, com o botão Desfazer que volta ao seu texto original. O aviso só some quando você decidir.

O editor agora faz tabela de verdade: o botão de tabela na barra do editor insere uma tabela 3×3 e o menu dele adiciona/remove linhas e colunas, mescla células e marca a linha de cabeçalho. A tabela sai formatada na leitura, na impressão e no PDF — com borda, cabeçalho destacado e sem cortar no meio de uma linha ao mudar de página.

Precisa escrever um registro parecido com um antigo (retorno, acompanhamento, mesma avaliação)? Há dois caminhos, e os dois fazem a mesma coisa:

  • abra o registro antigo e clique em “Nova a partir desta”, no topo;
  • ou, sem abrir, passe o mouse na linha da lista e use o ⋯ → “Nova a partir dessa”.

Um registro novo abre já preenchido com o título, o tipo e todo o texto do anterior — é só editar, acrescentar o que mudou e finalizar.

  • O registro antigo não é alterado — a cópia é um registro novo, com a data de hoje.
  • As mídias anexadas não vêm junto (são do atendimento original).
  • Registro antigo do sistema anterior com “osim / xnão” no texto? Na cópia, esses resquícios viram caixinhas de marcar clicáveis (☐ sim ☑ não) automaticamente.
  • Quer partir de um modelo em vez de uma cópia? Use o + Nova de sempre.

O registro novo nasce no painel da direita da aba Evolução — a mesma tela onde ficam os registros anteriores. Isso muda três coisas no dia a dia:

  • Consultar a evolução anterior no meio da escrita é um clique. Enquanto você escreve, o rascunho fica fixo no topo da lista, com a etiqueta Escrevendo. Clique num registro antigo pra ler, e clique no Escrevendo pra voltar ao seu texto — nada se perde.
  • Precisa de mais espaço? O botão ⤢ (ao lado do nome do paciente) esconde a lista e deixa o editor em largura cheia. O mesmo botão volta.
  • Ao salvar, o registro já abre pronto na tela, no lugar dele. Não precisa procurar na lista pra conferir como ficou.

Na barra de ações do registro (ao lado dos botões de imprimir e baixar) há um campo de data discreto — é a data que sai no registro, no prontuário e no impresso. Ele já vem com a data de hoje.

Precisa lançar um atendimento que ficou sem registro? Troque a data. O registro entra no prontuário na posição certa da linha do tempo — entre os registros do dia anterior e do dia seguinte, não no topo da lista.

Dá pra corrigir a data depois de salvo também, abrindo o registro e editando.

Data no futuro não é aceita. O calendário nem oferece, e se tentar por outro caminho o sistema recusa — um registro clínico datado à frente não descreve nada que aconteceu, e isso não se sustenta numa perícia ou numa auditoria de convênio.

Modelos podem ter caixinhas clicáveis (☐/☑) no meio do texto — “Sim ☐ Não ☐”, listas de sintomas etc. É só clicar na caixinha pra marcar ou desmarcar, sem apagar texto. Na impressão e no PDF elas saem como ( ) e (X). Pra inserir uma caixinha nova, use o botão de caixa de seleção na barra do editor.

Se o modelo tiver os campos especiais <NOME>, <CPF>, <NASCIMENTO>, <IDADE>, <DATA>, <ENDERECO> ou <PRONTUARIO>, eles são substituídos automaticamente pelos dados do paciente no momento em que o modelo é aplicado. Campo sem dado no cadastro fica destacado em amarelo pra você completar à mão (ou atualizar o cadastro do paciente).

Campo de preencher que o sistema não conhece (por exemplo <CONVENIO>, que veio de um modelo antigo) também fica destacado, em vez de sair impresso assim.

  • O editor salva sozinho o que você digita (neste navegador). Fechou a aba sem querer? Ao voltar, aparece “Recuperar texto não salvo?” — e o texto continua guardado até você recuperar ou descartar.
  • Fechar o registro (no ← ou no voltar do navegador) também guarda o que estava escrito, inclusive as últimas linhas digitadas.
  • Sair da página com texto pendente mostra um aviso do navegador.
  • Aplicar um modelo com texto já digitado pede confirmação antes de substituir.
  • Se o salvar falhar (internet caiu no meio), corrija o que quiser e salve de novo: sai um registro só, com o texto da última tentativa e as mídias anexadas.
  • Salvar sem escrever nada não passa: o sistema avisa e leva você até o editor, em vez de criar um registro em branco que não dá mais pra apagar.

Na lista de evoluções dá pra buscar por palavra (na queixa e no texto) e filtrar por tipo — funciona no histórico INTEIRO do paciente, inclusive nos registros importados do sistema antigo. Use “Carregar mais” pra trazer registros mais antigos.

Cada registro da lista tem um selo que diz em que pé ele está:

Selo O que significa
Rascunho Escrito aqui e ainda não finalizado. Está esperando o “Finalizar e assinar”.
Assinada Finalizada e assinada por quem escreveu.
Importado Veio do sistema anterior (Clini7). Registro histórico — não é trabalho pela metade.

Os registros importados agora mostram o autor original, com o registro do conselho — ex.: Por EMERSON MONTEIRO RODRIGUES (CRM/MG 37.713). Quando alguém alterou o texto lá, aparece também editada por … (sistema anterior).

Antes disso, todos apareciam como “Migração de Sistema”. A informação sempre existiu no banco antigo; ela só não tinha vindo junto.

Alguns ficam sem autor e isso é proposital: os registros mais antigos (até 2014) foram carregados em bloco por um usuário técnico do próprio sistema antigo, não por uma pessoa. Mostrar aquele nome seria pior que não mostrar nenhum.

Registro assinado pode ser corrigido pelo autor (ou pela administração), mas a assinatura passa a ser de quem editou, com data nova — e a versão anterior fica guardada no histórico de edições. Se tinha assinatura digital (ICP), ela é invalidada e precisa ser refeita. Pra complementar sem mexer no original, use um adendo.